Saúde promove mutirão de prevenção ao câncer de pele neste sábado


 A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) e a Sociedade Brasileira de Dermatologia promovem um mutirão de prevenção ao câncer de pele neste sábado (07). A ação acontecerá das 9h às 15h, no Centro de Especialidades Médicas (CEM), da Avenida Paraná, e ofertará orientações e exames de prevenção e diagnóstico da doença.

 

O mutirão integra a campanha do “Dezembro Laranja”, mês nacional de prevenção ao câncer de pele. A ação está sendo coordenada pelo dermatologista André Guimarães. “É uma ação fundamental para dar visibilidade ao câncer de pele e conscientizar as pessoas sobre a prevenção e também ampliar o acesso aos exames para o diagnóstico precoce”, expressou.

 

A atividade será aberta com uma palestra sobre os efeitos dos raios solares e o câncer de pele e seguirá com atendimentos com dermatologistas e com exames de crioterapia (Terapia com frio em áreas de lesões/verrugas) e dermatoscopia (método de avaliação e diagnóstico de lesões). O objetivo é procurar identificar o câncer de pele precocemente e encaminhar pra biópsia ou cirurgia. A meta é atender 500 pessoas. “As biópsias e pequenas cirurgias podem ser feitas posteriormente no Hospital Municipal ou no Poliambulatório. E cirurgias mais complexas serão encaminhadas para Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC)”, explicou Guimarães. 

 
Alerta

O câncer de pele é o mais comum entre os brasileiros. A condição climática de Foz do Iguaçu constitui um fator preocupante e que exige ainda mais cuidados com a pele. “Precisamos cuidar da exposição solar em excesso e sempre usar meios de proteção como chapéu, roupas adequadas e o uso do protetor solar. No inverno, o cuidado é com as dermatites e alergias, quando devemos cuidar da hidratação da pele.

 

Mas independente da estação do ano, o cuidado com a pele tem que ser feito o ano inteiro”, expressou Guimarães. 

De acordo com dados do HMCC, há uma média de trezentos casos de câncer registrados para tratamento no Hospital Ministro Costa Cavalcanti. É mais comum em pessoas com mais de 40 anos e é considerado raro em crianças e pessoas negras.